Gerente Boviplan participa do 1º RoadShow

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JF lança EP 'Ritmo Caliente' na Capital

Cantor se apresentou no Corona's Pub no dia 8 de agosto.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Filme 'Não Eu' é recorte cinematográfico sobre campo-grandense

Por Daiane Libero

Cena de 'Não Eu', de Breno Benetti. Foto: Divulgação

Quando o cineasta campo-grandense Breno Benetti divulgou, no começo de 2013, que iria gravar um longa-metragem em Campo Grande, chamou a atenção da cena audiovisual por ter em mãos cerca de R$ 100 mil para rodar o filme pelas ruas da Capital. E eis que “Não Eu”, que estreou oficialmente em novembro do mesmo ano no “FestCine Vídeo América do Sul”, surpreende justamente pela falta de pretensão com que apresenta o universo dos personagens Jorge (Luiz Bertazzo), Guavira (Fran Corona) e Leon (André Tristão), porém com uma força impressionante.

A atuação de Bertazzo surpreende pela sinceridade. No longa, Jorge é um personagem perturbado que, entre as noitadas ao lado de Leon, busca, de uma forma subjetiva, entender seus próprios pensamentos e a relação com o pai, interpretado pelo sempre ótimo David Cardoso. As partes menos pesadas do filme, que conta com uma fotografia envelhecida, em cores sóbrias, são as que David aparece, contando piadas e interpretando um típico fazendeiro “matuto”.


A atriz Fran Corona também dá brilho ao enredo, quando interpreta a boêmia Guavira e carrega Jorge para seu próprio mundo. Desfilando aos olhos do espectador cenários de Campo Grande como a Orla Ferroviária, o Hotel Gaspar, a Rua Calógeras, a lente Benetti consegue deixar a Capital com a cara de um grande cenário cinematográfico. Para além da poesia que Benetti consegue reunir, além da trilha sonora impecável, está o retrato de um campo-grandense solitário e que tenta, a um alto custo, entender o mundo que o cerca e seus próprios desejos. 

A única ressalva do filme, talvez, tenha sido a extensão de cenas que não dizem tanto quanto as partes em que Jorge interage com seus interlocutores. Porém, nem mesmo isso atrapalha o andamento do filme. No final, o que fica é uma sensação de retrato e poesia.   

Empresa de Campo Grande é pioneira na criação de aplicativos no MS

Por QUANTAPRESS



Hoje, quando baixamos inúmeros aplicativos em nossos celulares, vemos a facilidade desse universo tecnológico. Porém, em Campo Grande, uma empresa já realizava esse tipo de trabalho desde 2011, a Catwork. “Em 2014, o Brasil era o 4º maior mercado mobile do mundo com mais de 272 milhões de linhas móveis ativas e a expectativa é alcançar uma taxa anual de crescimento de 79% em 2016”, afirma o CEO da Catwork, Renato Paniago.

Isso quer dizer, na prática, que a empresa visualizou um mercado em amplo crescimento mas que a produção segue um modelo de tecnologia da informação que já era realizado pelas empresas de T.I. “O desenvolvimento de aplicativos possui as mesmas etapas do desenvolvimento de um software acrescido de técnicas e métodos como portabilidade, experiência e interação do usuário, análise de desempenho, design de interface, entre outras técnicas que devem ser consideradas para que o resultado gere um aplicativo eficiente e estável”, explica Paniago.

Ele afirma que todos esses pontos, estudados pela Catwork para entrar no mercado dos apps, foram levados em conta pois a qualidade da produção é essencial. “Questões como telas de variados tamanhos, conectividade intermitente, largura de banda, consumo de bateria e funcionamento on-line e off-line entre outras, devem ser avaliadas durante todo o processo de criação e desenvolvimento de aplicativos móveis funcionais”, indica o CEO. 

Empresa se especializa em aplicativos voltados para o agronegócio

O próximo passo da Catwork, foi a busca por perfis de clientes que se abrissem para a modernidade, entendendo a necessidade de utilizar um aplicativo em seu negócio. Dessa forma, um nicho de mercado altamente interessante foi o do agronegócio, segmento da economia vibrante em Mato Grosso do Sul. “Hoje nosso objetivo é atuar prestando serviços de criação e desenvolvimento de softwares web e mobile para o segmento do agronegócio. Também faz parte de nossa estratégia dar foco na prestação de serviços com o nosso software de gestão para a pecuária de corte, o chamado ‘Software Gerente Boviplan’”, analisa Paniago.

Outro aplicativo que é um dos cases da Catwork no que tange ao segmento do agronegócio é o “App Capins”, o catálogo de informações técnicas de pastagens mais utilizadas na pecuária brasileira. “O produtor rural se vê obrigado a investir em tecnologia utilizando-a como ferramenta para o gerenciamento de seu negócio com o objetivo de atingir o nível profissional adequado, credenciando sua participação nos grandes mercados consumidores e a sustentabilidade de seu empreendimento”, define o CEO.

SERVIÇO – Conheça os aplicativos e softwares Capins: http://migre.me/oO1Wc e Gerente Boviplan: www.gerenteboviplan.com.br. 

Com modelo familiar, empresa do ramo de tecidos se torna uma das referências no mercado sul-mato-grossense

Por QUANTAPRESS



Campo Grande (MS) - Engana-se quem acredita naquele velho ditado: a propaganda é a alma do negócio. Para Jailton Mendonça de Assis, proprietário da Compracita Tecidos, essa pérola da sabedoria popular nunca teve tanto sentido, já que no seu caso, a alma do seu negócio sempre foi a família. Há 16 anos atrás, num cômodo com não mais de 10 m2, na sala da frente de sua casa, ele abria uma empresa que se torna mais uma das principais referências no setor têxtil do Mato Grosso do Sul. 

A realidade de Jailton apesar de não ter nada de peculiar, faz parte de um cenário bastante promissor da econômica brasileira. De acordo com organização internacional PWC, que presta serviços de assessoria tributária e empresarial o desempenho das empresas familiares no país, em 2014, superou a média mundial. 

Em estudo, a PWC aponta que 79% das empresas brasileiras cresceram nos últimos 12 meses e 76% esperam manter os resultados positivos nos próximos cinco anos, enquanto que o mercado global apresentou, respectivamente, índices de 65% e 85%.  Na análise da PWC este modelo empresarial tem se destacado devido ao perfil dos empresários, que estão de olhos atentos no ambiente interno e externo, priorizando os investimentos para os próximos anos. 

Quem confirma este diagnóstico é o próprio Jailton. Desde o começo, comenta o empresário, o principal foco da empresa foi crescer com solidez e credibilidade. “Tracei um caminho firme a partir de um objetivo bem claro, fazer um negócio de cada vez, e fazê-lo por completo, atendendo com o maior zelo possível, sem deixar que ninguém –cliente ou fornecedor – acabe em desvantagem. Assim, não apenas conquistei a confiança dos fornecedores, aumentando minha base de crédito junto a indústria, como garanti um serviço de qualidade reconhecido pelos clientes, explicou Jailton. 

Gestão dedicada

Com ajuda da família e uma gestão dedicada aos negócios, a Compracita Tecidos cresceu e se consolidou no mercado. Fundada em 1999, sua sede deixou os 10m2 da sala de casa de Jailton  para se fixar em uma espaço bem mais arrojado de 350 m2, aproximadamente, localizado na Avenida Tamandaré, n° 1336. 

Apesar do sucesso no setor têxtil do Estado, este nem sempre foi o ramo de atuação da Compracita. Conta Jailton que no início, quando ele abriu a empresa, depois de deixar a carreira no banco, o foco da empresa era a representação comercial. Na verdade, a Compracita atuava comercializando produtos que atendessem a demanda governamental. “Eu vendia de tudo. Se o governo abrisse uma licitação para adquirir copo plástico descartável, eu participava. Cheguei até a fornecer alimentos para merenda escolar”, relembrou. 

A guinada para o ramo têxtil aconteceu em 2010 quando a empresa ganhou licitações para fornecer tecidos para hospitais municipais e estaduais. De lá pra cá, a Compracita investiu no segmento. O Estado continua a ser um importante cliente, porém a participação do setor privado cresceu, e hoje ocupa 50% do faturamento. 

De acordo com Jailton a abertura para setor privado foi um indicativo de crescimento. “No começo, 100% do faturamento da empresa vinha da venda para o governo. Hoje possuímos estoque próprio e conseguimos atender pequenas e médias empresas de confecção que não possuem base para compra direta com a indústria”, explicou. 

Contudo, nem sempre foi fácil. Para conciliar a vida com a família e a carreira de empresário, Jailton precisou de muita disposição e seriedade. Ele se recorda de alguns momentos em que dividiu o trabalho da firma com as tarefas de casa. “Já atendi clientes por telefone, enquanto ajudava a minha filha a almoçar. Houve dias em que a jornada era dupla, ajudava meus filhos, datilografava notas fiscais – naquela época ainda não tínhamos computador – realizava vendas, tudo em um único dia. Eu procurava tempo para fazer tudo”, comentou. 

Embora fosse puxada a rotina, Jailton nunca desanimou. Ele sempre viu a família como a base de seu negócio. Mas alerta, “o segredo para conciliar as duas coisas é saber separar bem. Quando estou em casa, deixo o trabalho de lado. Ocupo-me exclusivamente com a minha família. Já quando estou no escritório, concentro-me no trabalho. Essa divisão é muito importante”, ponderou.

Sua vocação como pai acabou lhe servindo de referência para o modelo de negócios da Compracita. O empresário transformou o carinho e a dedicação de um pai em ferramentas indispensáveis para o crescimento. Assim, com a Compracita busca de forma idônea com qualidade e profissionalismo, atender as necessidades dos clientes, valorizando-os, e reconhecendo a importância de cada colaborador. Como resultado de todo esse empenho a família cresceu, como brinca Jailton. E os 350 m² da sede principal já não são suficientes para uma empresa que cresceu sempre apostando nas suas raízes.