Gerente Boviplan participa do 1º RoadShow

Serão diversas rodadas de palestras e mesas com o objetivo de disseminar inovações tecnológicas.

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JF lança EP 'Ritmo Caliente' na Capital

Cantor se apresentou no Corona's Pub no dia 8 de agosto.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

CRC-MS elege novos conselheiros após eleição automatizada


Com uma eleição 100% automatizada e feita de forma on-line nos dias 17 e 18 de novembro, o CRC-MS (Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso do Sul), acaba de eleger seu novo corpo de conselheiros. A Chapa 1 Ação Contínua, que foi a única envolvida no pleito, obteve 83,42% dos votos válidos, dos profissionais contábeis do Estado. “A Chapa foi formada por muitos integrantes novos, promovendo uma oxigenação proporcionada pelos novos conselheiros eleitos”, afirma o contabilista Ruberlei Bulgarelli.

A Chapa recebeu 4001 votos em todo o Mato Grosso do Sul, sendo que ao todo votaram 4.796 profissionais da área, incluindo 795 votos em branco, totalizando 16,58%. A contagem ágil, revelando o resultado em apenas um dia, aconteceu graças ao uso da ferramenta on-line para a realização do pleito. “Antes tínhamos filas imensas para que o profissional pudesse votar, e hoje temos agilidade e transparência nesse processo graças ao sistema de votação automatizado”, analisa Ruberlei. A chapa é encabeçada pela contadora Maria Leny Adania de Sylos totalizando 15 conselheiros, entre efetivos e suplentes, que estarão no mandato de 2016 a 2019.

O sistema que realizou a eleição na Internet permanecerá no ar até o dia 31 de dezembro deste ano, para que os profissionais da contabilidade que não puderam votar por estarem impedidos legalmente, ou mesmo enfermos, possam justificar seu voto, que para a classe é obrigatório. “Agradecemos com afinco a todos os nossos contabilistas, que fizeram desta uma eleição muito importante. Com emoção e muita vontade de trabalhar seguimos juntos”, indica Ruberlei. 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Gerente Boviplan participa do 1º RoadShow de Tecnologia para Pecuária



Campo Grande (MS) - No dia 27 de novembro, no Sindicato Rural de Campo Grande, acontece o 1º RoadShow de Tecnologia para Pecuária. Serão diversas rodadas de palestras e mesas com o objetivo de disseminar inovações tecnológicas criadas pelas empresas participantes. 

A Catwork Tecnologia levará a palestra “Tecnologias Móveis para Gestão da Informação”. O objetivo é disseminar informações de mercado e das tecnologias disponíveis para a gestão no campo, como soluções para informatizar processos de coleta e armazenamento de dados financeiros, administrativos e de produção em bovinocultura de corte. 

Para Renato, é de extrema importância que as empresas que exploram a atividade de pecuária tenham conhecimento do quanto é possível automatizar e sistematizar, de forma eficiente e transparente, o processo da criação do gado. “Temos grandes razões para disseminar as tecnologias e possibilidades de uso de softwares no processo de gestão, que incluem redução de custos relativos a armazenamento de dados, facilidade no acesso às informações estratégicas, precisão e organização das informações, relatórios importantes no cotidiano, segurança na tomada de decisão, velocidade no trabalho dos envolvidos na gestão de uma fazenda, por exemplo”, analisa o empresário líder da equipe que criou o Software Gerente Boviplan. 

Evento itinerante

A palestra será um dos sete painéis que serão apresentados no evento, que tem caráter itinerante, levando o conhecimento e aprimoramento para outros locais do Brasil. O consultor da empresa Boviplan, Rodrigo Paniago, também será um dos palestrantes da rodada de Campo Grande. O tema da palestra de Paniago é “Intensificação da Pecuária como Garantia de Sustentabilidade”. 

Segundo o consultor, o enfoque será nas tecnologias que possibilitam gerar sustentabilidade na atividade de bovinocultura de corte. “Queremos apresentar as soluções que geram maior impacto na sustentabilidade da atividade pecuária, ajudando o produtor a direcionar o seu investimento nas tecnologias que tragam os melhores resultados de custo-benefício”, explica Rodrigo.
O início do evento está previsto para as 7h30, com credenciamento dos participantes. A abertura oficial será às 8h. O encerramento das atividades ocorre no mesmo dia, às 18h45. 

SERVIÇO: 
O Sindicato Rural de Campo Grande fica na rua Av. Raul Pires Barbosa, 116, bairro Chácara Cachoeira, na Capital. Informações pelo telefone: (67) 3341-2696. O credenciamento será realizado na hora.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Com casa lotada, JF lança seu EP 'Ritmo Caliente' na Capital

Foto: Gaijim Fotografia/Divulgação

Campo Grande (MS) - Uma noite de muita emoção, música e animação. Assim pode ser descrito o lançamento do EP "Ritmo Caliente", do cantor Jorge Fernandes, mais conhecido como JF, em Campo Grande, neste sábado (8). Com início às 22h, a casa que recebeu o evento, o Corona's Pub, localizado na rua Euclides da Cunha, coração boêmio de Campo Grande, reuniu mais de 300 pessoas que aguardavam JF com ansiedade.

Quem abriu os trabalhos da noite foi o DJ Gaijim, especializado em música eletrônica de qualidade, que antecipou o clima de animação. JF subiu ao palco com duas bailarinas profissionais e, ao lado do músico de São Paulo Ney Arcanjo, trouxe o ritmo quente e tropical do Reggaeton para o asfalto campo-grandense. Não houve quem não dançou com músicas como "Pode Chamar Noix", "Ritmo Caliente" e "Tá Calor". O hit "Pode Chamar Noix", inclusive, irá virar um vídeo que será enviado para os quatro cantos do mundo por meio do Youtube e das mídias sociais.

JF está imensamente feliz com o resultado do lançamento. "Foi uma noite incrível de muita energia boa, música e muito ritmo. Estou maravilhado com o público. Além disso, realizar o lançamento do EP no Corona's Pub teve tudo a ver com a nossa proposta", enalteceu o músico. Sobre a parceria com Ney Arcanjo, que há acontece algum tempo, o show na Capital serviu para consolidar mais ainda o trabalho realizado entre os dois músicos. "Ney é meu parceiro e já estamos com novos projetos que virão por aí, aguardem!", afirma o músico.

Mais projetos

O lançamento do EP, produzido por Marden Jam em São Paulo, consolida a carreira de JF e ainda deixa um "gostinho de quero mais" pelo que ainda está por vir. Um dos projetos em andamento é a gravação do clipe da música "Tá Calor". "Essa canção é para o verão de 2015, e fala sobre as belas praias do Rio de Janeiro. O videoclipe dessa música será gravado na Praia da Barra, no Rio", explica JF.

A partir de agora, JF retorna à Capital em setembro para um show particular e espera rever o público que o deixou imensamente feliz e o recepcionou tão bem no sábado, no Corona's. "Essa é minha terra e eu estarei sempre conectado com Campo Grande, sempre em busca de trazer meus projetos para cá", finaliza o músico.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Filme 'Não Eu' é recorte cinematográfico sobre campo-grandense

Por Daiane Libero

Cena de 'Não Eu', de Breno Benetti. Foto: Divulgação

Quando o cineasta campo-grandense Breno Benetti divulgou, no começo de 2013, que iria gravar um longa-metragem em Campo Grande, chamou a atenção da cena audiovisual por ter em mãos cerca de R$ 100 mil para rodar o filme pelas ruas da Capital. E eis que “Não Eu”, que estreou oficialmente em novembro do mesmo ano no “FestCine Vídeo América do Sul”, surpreende justamente pela falta de pretensão com que apresenta o universo dos personagens Jorge (Luiz Bertazzo), Guavira (Fran Corona) e Leon (André Tristão), porém com uma força impressionante.

A atuação de Bertazzo surpreende pela sinceridade. No longa, Jorge é um personagem perturbado que, entre as noitadas ao lado de Leon, busca, de uma forma subjetiva, entender seus próprios pensamentos e a relação com o pai, interpretado pelo sempre ótimo David Cardoso. As partes menos pesadas do filme, que conta com uma fotografia envelhecida, em cores sóbrias, são as que David aparece, contando piadas e interpretando um típico fazendeiro “matuto”.


A atriz Fran Corona também dá brilho ao enredo, quando interpreta a boêmia Guavira e carrega Jorge para seu próprio mundo. Desfilando aos olhos do espectador cenários de Campo Grande como a Orla Ferroviária, o Hotel Gaspar, a Rua Calógeras, a lente Benetti consegue deixar a Capital com a cara de um grande cenário cinematográfico. Para além da poesia que Benetti consegue reunir, além da trilha sonora impecável, está o retrato de um campo-grandense solitário e que tenta, a um alto custo, entender o mundo que o cerca e seus próprios desejos. 

A única ressalva do filme, talvez, tenha sido a extensão de cenas que não dizem tanto quanto as partes em que Jorge interage com seus interlocutores. Porém, nem mesmo isso atrapalha o andamento do filme. No final, o que fica é uma sensação de retrato e poesia.   

Empresa de Campo Grande é pioneira na criação de aplicativos no MS

Por QUANTAPRESS



Hoje, quando baixamos inúmeros aplicativos em nossos celulares, vemos a facilidade desse universo tecnológico. Porém, em Campo Grande, uma empresa já realizava esse tipo de trabalho desde 2011, a Catwork. “Em 2014, o Brasil era o 4º maior mercado mobile do mundo com mais de 272 milhões de linhas móveis ativas e a expectativa é alcançar uma taxa anual de crescimento de 79% em 2016”, afirma o CEO da Catwork, Renato Paniago.

Isso quer dizer, na prática, que a empresa visualizou um mercado em amplo crescimento mas que a produção segue um modelo de tecnologia da informação que já era realizado pelas empresas de T.I. “O desenvolvimento de aplicativos possui as mesmas etapas do desenvolvimento de um software acrescido de técnicas e métodos como portabilidade, experiência e interação do usuário, análise de desempenho, design de interface, entre outras técnicas que devem ser consideradas para que o resultado gere um aplicativo eficiente e estável”, explica Paniago.

Ele afirma que todos esses pontos, estudados pela Catwork para entrar no mercado dos apps, foram levados em conta pois a qualidade da produção é essencial. “Questões como telas de variados tamanhos, conectividade intermitente, largura de banda, consumo de bateria e funcionamento on-line e off-line entre outras, devem ser avaliadas durante todo o processo de criação e desenvolvimento de aplicativos móveis funcionais”, indica o CEO. 

Empresa se especializa em aplicativos voltados para o agronegócio

O próximo passo da Catwork, foi a busca por perfis de clientes que se abrissem para a modernidade, entendendo a necessidade de utilizar um aplicativo em seu negócio. Dessa forma, um nicho de mercado altamente interessante foi o do agronegócio, segmento da economia vibrante em Mato Grosso do Sul. “Hoje nosso objetivo é atuar prestando serviços de criação e desenvolvimento de softwares web e mobile para o segmento do agronegócio. Também faz parte de nossa estratégia dar foco na prestação de serviços com o nosso software de gestão para a pecuária de corte, o chamado ‘Software Gerente Boviplan’”, analisa Paniago.

Outro aplicativo que é um dos cases da Catwork no que tange ao segmento do agronegócio é o “App Capins”, o catálogo de informações técnicas de pastagens mais utilizadas na pecuária brasileira. “O produtor rural se vê obrigado a investir em tecnologia utilizando-a como ferramenta para o gerenciamento de seu negócio com o objetivo de atingir o nível profissional adequado, credenciando sua participação nos grandes mercados consumidores e a sustentabilidade de seu empreendimento”, define o CEO.

SERVIÇO – Conheça os aplicativos e softwares Capins: http://migre.me/oO1Wc e Gerente Boviplan: www.gerenteboviplan.com.br. 

Com modelo familiar, empresa do ramo de tecidos se torna uma das referências no mercado sul-mato-grossense

Por QUANTAPRESS



Campo Grande (MS) - Engana-se quem acredita naquele velho ditado: a propaganda é a alma do negócio. Para Jailton Mendonça de Assis, proprietário da Compracita Tecidos, essa pérola da sabedoria popular nunca teve tanto sentido, já que no seu caso, a alma do seu negócio sempre foi a família. Há 16 anos atrás, num cômodo com não mais de 10 m2, na sala da frente de sua casa, ele abria uma empresa que se torna mais uma das principais referências no setor têxtil do Mato Grosso do Sul. 

A realidade de Jailton apesar de não ter nada de peculiar, faz parte de um cenário bastante promissor da econômica brasileira. De acordo com organização internacional PWC, que presta serviços de assessoria tributária e empresarial o desempenho das empresas familiares no país, em 2014, superou a média mundial. 

Em estudo, a PWC aponta que 79% das empresas brasileiras cresceram nos últimos 12 meses e 76% esperam manter os resultados positivos nos próximos cinco anos, enquanto que o mercado global apresentou, respectivamente, índices de 65% e 85%.  Na análise da PWC este modelo empresarial tem se destacado devido ao perfil dos empresários, que estão de olhos atentos no ambiente interno e externo, priorizando os investimentos para os próximos anos. 

Quem confirma este diagnóstico é o próprio Jailton. Desde o começo, comenta o empresário, o principal foco da empresa foi crescer com solidez e credibilidade. “Tracei um caminho firme a partir de um objetivo bem claro, fazer um negócio de cada vez, e fazê-lo por completo, atendendo com o maior zelo possível, sem deixar que ninguém –cliente ou fornecedor – acabe em desvantagem. Assim, não apenas conquistei a confiança dos fornecedores, aumentando minha base de crédito junto a indústria, como garanti um serviço de qualidade reconhecido pelos clientes, explicou Jailton. 

Gestão dedicada

Com ajuda da família e uma gestão dedicada aos negócios, a Compracita Tecidos cresceu e se consolidou no mercado. Fundada em 1999, sua sede deixou os 10m2 da sala de casa de Jailton  para se fixar em uma espaço bem mais arrojado de 350 m2, aproximadamente, localizado na Avenida Tamandaré, n° 1336. 

Apesar do sucesso no setor têxtil do Estado, este nem sempre foi o ramo de atuação da Compracita. Conta Jailton que no início, quando ele abriu a empresa, depois de deixar a carreira no banco, o foco da empresa era a representação comercial. Na verdade, a Compracita atuava comercializando produtos que atendessem a demanda governamental. “Eu vendia de tudo. Se o governo abrisse uma licitação para adquirir copo plástico descartável, eu participava. Cheguei até a fornecer alimentos para merenda escolar”, relembrou. 

A guinada para o ramo têxtil aconteceu em 2010 quando a empresa ganhou licitações para fornecer tecidos para hospitais municipais e estaduais. De lá pra cá, a Compracita investiu no segmento. O Estado continua a ser um importante cliente, porém a participação do setor privado cresceu, e hoje ocupa 50% do faturamento. 

De acordo com Jailton a abertura para setor privado foi um indicativo de crescimento. “No começo, 100% do faturamento da empresa vinha da venda para o governo. Hoje possuímos estoque próprio e conseguimos atender pequenas e médias empresas de confecção que não possuem base para compra direta com a indústria”, explicou. 

Contudo, nem sempre foi fácil. Para conciliar a vida com a família e a carreira de empresário, Jailton precisou de muita disposição e seriedade. Ele se recorda de alguns momentos em que dividiu o trabalho da firma com as tarefas de casa. “Já atendi clientes por telefone, enquanto ajudava a minha filha a almoçar. Houve dias em que a jornada era dupla, ajudava meus filhos, datilografava notas fiscais – naquela época ainda não tínhamos computador – realizava vendas, tudo em um único dia. Eu procurava tempo para fazer tudo”, comentou. 

Embora fosse puxada a rotina, Jailton nunca desanimou. Ele sempre viu a família como a base de seu negócio. Mas alerta, “o segredo para conciliar as duas coisas é saber separar bem. Quando estou em casa, deixo o trabalho de lado. Ocupo-me exclusivamente com a minha família. Já quando estou no escritório, concentro-me no trabalho. Essa divisão é muito importante”, ponderou.

Sua vocação como pai acabou lhe servindo de referência para o modelo de negócios da Compracita. O empresário transformou o carinho e a dedicação de um pai em ferramentas indispensáveis para o crescimento. Assim, com a Compracita busca de forma idônea com qualidade e profissionalismo, atender as necessidades dos clientes, valorizando-os, e reconhecendo a importância de cada colaborador. Como resultado de todo esse empenho a família cresceu, como brinca Jailton. E os 350 m² da sede principal já não são suficientes para uma empresa que cresceu sempre apostando nas suas raízes.